Quando olho pra dentro de mim, nada vejo que possa dizer “Pelo menos há algo de bom nele.” Vejo um coração endurecido, tomado pelo pecado. Vejo uma pessoa orgulhosa, rebelde, desobediente. Vejo um filho de Deus, mas que não demonstra de forma alguma, ser filho de Deus.
Vejo um pobre diabo que de coitado nada tem, pois é responsável por suas ações. Vejo alguém incapaz de amar a Deus acima dos prazeres.
Mas ao olhar pra ti, Jeová… Ah, vejo quando olho pra ti vejo o Deus perfeito, belo, Todo-Poderoso… vejo o pai cego de amor, que espera incessantemente me ver em seus braços novamente… vejo o Amor perfeito, demonstrado no Filho de Deus pregado na cruz e em seu sangue a escorrer, a lavar o entulho, a sujeira acumulado por séculos de pecado…
Ouço Aquele que me amou desde a eternidade chamar meu nome… sim, meu nome, pois ele se preocupa comigo como nenhum outro; ouço-o dizer “Te amo, volte pra meus braços, pois quero te proteger, te guardar… você se meteu em tantos problemas e caminhos sem saída, por suas más decisões. Mas não importa o que fizer, meu amor por ti jamais deixará de existir – ele é incondicional para sempre. Vem.”